SHERLOCK HOLMES: JOGO DE SOMBRAS EMPOLGA, MAS NÚMEROS SÃO INFERIORES

Após o sucesso repentino do primeiro Sherlock Holmes de Guy Ritchie, Robert Downey Jr. e Jude Law (fautrou US$529 milhões ao redor do mundo em 2009), a Warner logo deu sinal verde para uma sequência do, como muitos consideram essa versão, "detetive boxeador". No fim de 2011 (2012 por aqui no Brasil), o novo longa chegou aos cinemas e agradou aos críticos e fãs, embora tenha recebido críticas mais mistas em relação ao original.

Fato é que o filme perdeu um pouco de sua força por, claramente, querer se tornar uma franquia de ação. Se o intuito da Warner era aguardar os números deste segundo para liberar um terceiro e fechar uma trilogia, até aí tudo bem. Mas os valores obtidos pelo segundo filme são de quase US$90 milhões mais baixos do que o primeiro longa (até aqui, soma US$440 milhões no mundo todo).

Claro que é um número alto, mas se a Warner pretende continuar com a franquia simplismente por conta de número, cuidado. Desta vez, que caprichem no roteiro e não apenas nos efeitos de câmera e nas cenas de ação. Sherlock Holmes é uma franquia de livros que desperte o interesse peculiar da mente nos espectadores, e não o das artes marciais em si.